Busca por Caeté no Google mostra integração com o Google Maps

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Google lançou nesse instante um novo recurso ao buscador, ao qual se integrar ao Google Maps. Quando se busca por Caeté no Google nos deparamos com uma imagem e link com a localização de Caeté no Google Maps.

Caeté integrado ao Google Maps.

Esse recurso está praticamente disponível para todas as cidades brasileiras quando buscadas no Google.com.br.

Para que usa email da Google o “Gmail” a uma opção parecida indo em (configurações, – temas, – e selecionar o tema “Árvore”) esse tema ele funciona baseado nas informações de sincronização do tempo em Caeté como: “nascer do sol, o pôr-do-sol e o clima da região”, após a seleção do tema você deve ir na caixa Cidade e coloca “Caeté, Minas Gerais, Brasil.” e clique em salva, pronto seu Gmail está sincronizado com nossa Caeté. :P

Caeté sincronizado no Gmail.

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Postado na categoria: Caeté, em 21 de novembro de 2008. Trackback URI: trackback

3 Comentários para “Busca por Caeté no Google mostra integração com o Google Maps”

  1. 21 de novembro de 2008 às 13:36 #Flávia

    No meu caso eu busquei por Caeté e não apareceu o Google Maps, ai tentei Caeté MG, ai sim apareceu, e no Gmail realmente funciona escolhi o tema árvore, e coloquei no campo cidade conforme você citou e o gmail aparece com nuvens nublado igual está Caeté nesse momento, chique d+, ahaa, :)

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  2. 22 de novembro de 2008 às 6:58 #Alisson Mascarenhas Vaz

    Procurei informações sôbre a Cerâmica Nacional fundada por João Pinheiro e não encontrei nada, embora no Google, aparece a Cerâmica qujando buscava a História de Caeté, mas só encontramos a Origem da palavra Caeté.

    Responder

  3. 19 de dezembro de 2008 às 2:08 #Paulo

    Achei esse texto no orkut olha que legal.

    Google quer ser a SUA internet
    Tradução de artigo de Robert Cringely.

    “Conversei recentemente com um velho amigo que é um corretor de banda. Ele compra e vende banda em redes de fibra-ótica ao redor do mundo. E ele me falou algo que eu não achei totalmente surpreendente, mas que certamente não sabia: o Google controla mais fibra na rede do que qualquer outra organização. Isso não quer dizer que eles sejam DONOS de toda essa fibra, e sim que eles a controlam através de acordos com as empresas de telecomunicações. Eu acho dois aspectos interessantes nessa história: 1) que o google tenha adquirido – ou precisado adquirir – tanta banda, e; 2) que eles não sejam donos dela, uma vez que provavelmente a forma mais barata de pegar tamanho volume em fibra seria simplesmente comprar uma empresa provedora de backbone, como a “level 3 communications”.

    O Google ama segredo. Que eles tem adquirido fibra não é segredo, mas o volume total de suas aquisições TEM sido. Por quê? Uma idéia é que isso mantém o preço baixo, uma vez que as pessoas não sabiam que era de fato o Google que estava comprando (eles o fazem sob outros nomes empresariais). Mas se preço é o problema, então por que o Google simplesmente não comprou as companhias que são donas da fibra? Não fazia sentido até eu coçar minha cabeça e pensar um pouco mais adiante, até ficar óbvio que o Google quer – com o seu jeito particular – controlar a internet. De fato, eles provavelmente já a controlam e a gente simplesmente não percebeu.

    Existem dois aspectos nessa questão do controle, vamos analisar o aspecto legal primeiro. Se o Google comprasse uma penca de provedores de banda de internet, tal ação iria é claro chamar a atenção dos reguladores do Departamento de Justiça americano e da Comissão Federal de Comércio americana, as duas agências federais encarregadas de observar grandes aquisições empresariais para ver sinais de atividades anti-competitivas. Mas simplesmente adquirir controle legal destes mesmos bens através de cessões e contratos de longo prazo não provoca tal exame, embora talvez devesse. Alugando em vez de comprar, o Google foi capaz de adquirir sua fibra primariamente em sigilo. O jogo já tinha terminado antes mesmo da maioria de nós saber que HAVIA um jogo.

    O segundo aspecto disso é a noção que o jogo também já terminou para controlar a internet. Eu já toquei neste conceito em 1998, quando escrevi minha primeira coluna sobre a Paypal, que na época só estava oferecendo seus serviços há menos de um ano e já tinha oito milhões de membros. Eu escrevi então que a Paypal já havia ganho a corrida dos pagamentos na internet, o que o tempo mostrou ser verdade. A confiança da Paypal estava baseada na análise de seu próprio crescimento. Compreendendo o alcance potencial de crescimento, olhando o ritmo de aceleração das assinaturas, e fazendo análise derivativa desses dados, a Paypal tinha bastante certeza, mesmo em 1998, que seus competidores na época não poderiam mais alcançá-la.
    O fundador da Topix.net, Rich Skentra, recentemente fez uma análise similar para argumentar que o Google, como a Paypal, já ganhou o jogo e representa para a maioria das pessoas a cara da internet. Skrenta argumenta que o domínio do Google em busca e propaganda é tão profundo que a maioria dos seus concorrentes – especialmente o Yahoo – provavelmente estariam melhor NEM MESMO tentando competir, simplesmente deixando o google lidar com busca e propaganda enquanto o Yahoo oferece conteúdo. Ele provavelmente tem razão. Skrenta argumenta que mesmo que surjam serviços que sejam superiores ao Google, para que se tornem dominantes eles teriam que superar o reconhecimento de marca do Google entre os usuários, o que é quase impossível de fazer. Então simplesmente ser melhor que o Google não é o bastante.

    Todo este prólogo é para compreender o que o Google pretende realmente FAZER com toda essa tecnologia, o que só recentemente eu comecei a compreender.

    Eu vivo na Carolina do Sul, um estado que posso dizer que qualifica como tecnologicamente retrógado apesar de ser a capital mundial do camarão e da polenta. Por que, então, os jornais locais de negócios estão cheios de relatos sobre o Google se preparando para construir “data centers” imensos aqui? O Google está aparentemente negociando a construção de data centers em Goose Creek, uma cidade não muito longe de Charleston, onde vivo, outro em Columbia, a capital do estado, e um outro em uma terceira cidade no estado da Georgia. De acordo com os jornais, o Google pode escolher um ou outro desses lugares, mas de acordo com as pessoas que eu conversei e que estão bem próximas do que está acontecendo, o Google aparentemente pretende construir nos três lugares.

    Por que o Google precisa de dois data centers num estado com apenas 4 milhões de habitantes? Por que precisariam comprar 520 acres num parque industrial de Goose Creek quando isto é 100 vezes mais terra do que um data center imaginável demandaria?

    O Google está construindo MUITOS data centers. A companhia parece estar tão atraída por fontes de energia elétrica barata e confiável quanto é por proximidade populacional. Em Goose Creek eles compraram aqueles 520 acres da empresa elétrica do Estado, o que provavelmente explica a questão do tamanho do terreno acima. Ao comprar todos os terrenos remanescentes num parque industrial de uma empresa de energia elétrica, o Google garante para si uma oferta vasta e ininterrupta de energia, igual como o fez em Oregon ao construir um data center do lado de uma hidroelétrica ou aqui em Columbia, ao construir do lado de uma usina nuclear.

    Claro que isso não responde a questão do porquê o Google precisa de tanta capacidade em primeiro lugar, mas tenho uma teoria quanto a isso. Acho que o Google está construindo para um futuro que vêem mas a maioria de nós não. Irei além e chutarei que o Google pretende construir data centers em muitos estados e que os dois data centers que eles aparentemente pretendem construir aqui na Carolina do Sul são principalmente com o propósito de SERVIR a Carolina do Sul. Tratam-se de talvez 100.000 servidores para 4 milhões de usuários ou 40 usuários por servidor. Que serviço de computação demandaria tantos recursos?

    A resposta é bem simples. O Google pretende substituir a maior parte das funções existentes nas redes de telecomunicações fixas em nossas vidas, notadamente telefone e televisão à cabo.

    A internet como a conhecemos é um jogo de encaixe, com Provedores de Serviço fazendo seus lucros primariamente em quantos usuários eles conseguem colocar compartilhando a mesma conexão com a internet. Baseados na idéia de que a maior parte dos usuários não está na internet ao mesmo tempo, e mesmo quando estão eles estão primairamente com a conexão ociosa, fazendo pouco ou nada quando visualizados numa escala de microsegundos, os provedores normalmente multiplicam a banda de internet que compraram por um fator de pelo menos 20 ou até 100 vezes, o que significa que a DSL que você pensa que está te entregando multi-megabits por segundo está na verdade apenas garantindo a você a quantidade de banda que você conseguiria numa conexão discada.

    Essa multiplicação da banda não foi um problema até os dias de hoje, mas está prestes a se tornar um problema imenso quando todos nós abraçarmos o vídeo via internet. Quando todos nós estivermos pegando uma ou duas horas de vídeo de alta qualidade por dia da internet, de maneira alguma a atual infraestrutura de rede irá suportar tal patamar de uso. Nesse ponto nós podemos aceitar que a internet não se presta ao que estamos pedindo dela OU podemos achar uma forma de fazer a Internet se prestar ao papel que estamos querendo dela. Entra o Google e seus muitos data centers regionais para tapar esse buraco.

    Olhando este problema de um outro ângulo, atualmente mais da metade de toda a banda da internet está sendo usado pelo tráfego de Bit Torrent, que é primariamente vídeo. Entretanto, se você perguntar aos seus vizinhos, irá descobrir que poucos são usuários de Bit Torrent. Menos de 5 porcento de todos os usuários da Internet atualmente consomem mais de 50 porcento de toda a banda. Provedores de Banda Larga odeiam esses super-usuários e adorariam ter formas de isolá-los ou de qualquer forma rejeitá-los. É o Bit Torrent – e não o Yahoo ou o Google – que é o verdadeiro alvo do papo esquisito do “Anti-Net Neutrality” das telefônicas e empresas de cabo. Mas o fato é que em vez de uma anomalia, esses são simplesmente usuários precoces da nova tecnologia, e todos nós em breve seguiremos os seus passos. E quando isso acontecer, não haverá banda para suportar o que nós queremos fazer, em nenhuma perspectiva centralizada. Um data center isolado, não importa seu tamanho, não bastará. O Google é a primeira empresa a reconhecer esse fato ao passo que seu projeto de ampliação está em marcha.

    Está ficando bastante óbvio o que irá acontecer nos próximos dois a três anos. Mais e mais de nós estaremos baixando filmes e programas de TV pela internet, e com isso nossos padrões de uso irão mudar. Em vez de usar 1 a 3 gigabytes por mês, como a maioria dos usuários de banda larga têm feito nos últimos anos, nos passaremos para 1-3 gigabytes por DIA, um aumento de 30 vezes que irá pôr um fardo imenso na infraestrutura dos provedores. Esses ISPs irão enfrentar a opção de aumentar as suas conexões de banda em 30 vezes, o que iria acabar com qualquer lucro, OU então aceitar um acordo de parceria com o data center local do Google.

    Vendo o Google como a única alternativa à falência, os ISPs irão todos aceitar tal acordo, e fazendo isso irão transferir grande parte do lucro que tiram de seus usuários para o Google, que irá atuar como um grande servidor proxy para a internet. Nós não iremos saber se estamos acessando a Internet ou o Google, e para todos os efeitos práticos, não interessará. O Google se transformará na nossa companhia telefônica, na nossa TV a cabo, no nosso aparelho de som e no nosso TiVo. Em breve não poderemos viver sem o Google, que terá então marginalizado os provedores de Internet e assumido a maior parte da capitalização de mercado de todos os provedores que subjugou – aproximadamente 1 trilhão de dólares – o que coloca o atual valor da ação do Google (U$ 500) cerca de 8 vezes abaixo do que deveria ser.

    É um grande plano, mas será que o Google consegue? Sim.”

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